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Nuvem do acaso

Nuvem do acaso

Eu te vi por acaso. Não era nuvem.
Senti o êxtase do momento.
Tua presença era tão viva!
Em mim, passou a morar.

Você era inteira poesia. Declamei.
Passei a te observar sob a luz.
Ofusca os olhos. Ilumina a alma.
Tornou-se meu reflexo.

O acaso virou caso de amor.
De um olhar cálido, a paixão.
No toque, versos se fizeram.
Desde o beijo, a transcendência.

Por acaso, eu te vi e te senti.
É meu caso de amor louco.
Mora em minha alma leve.
O céu se abre num sorriso teu.

Jossan Karsten

Colunistas - RIC Mais PR
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Jornalista, publicitário e escritor.

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